Você pode estar perdendo dinheiro por usar o código de serviço errado na NFS-e
Um dos maiores vazamentos de dinheiro nas pequenas empresas acontece bem na hora de preencher a nota fiscal. Na pressa de liberar a fatura para o cliente e garantir o recebimento, muita gente acaba escolhendo o primeiro código de serviço que aparece na lista suspensa do site da prefeitura ou simplesmente repete o que o contador falou há três anos atrás, sem considerar que o serviço prestado hoje pode ser diferente.
O grande detalhe é que a Nomenclatura Brasileira de Serviços e a lista da Lei Complementar 116 definem exatamente em qual "Anexo" do Simples Nacional a sua venda vai cair. Um código genérico mal escolhido pode fazer a sua alíquota saltar de módicos 6% no Anexo III para assustadores 15,5% no Anexo V. Essa diferença silenciosa devora a sua margem de lucro num piscar de olhos no final do mês.
Isso afeta demais o pessoal de tecnologia, agências de marketing e prestadores de consultoria, onde a linha entre um tipo de entrega e outro é muito tênue. Muitas vezes o seu trabalho envolve apenas o licenciamento de um software de prateleira (SaaS) ou a cessão de direito de uso. Mas como a nota é emitida na pressa com um código genérico de "desenvolvimento de programas sob encomenda" ou "processamento de dados", a prefeitura e a Receita Federal aplicam a taxa mais alta disponível para a sua empresa.
Outro exemplo clássico de prejuízo acontece com quem trabalha com marketing digital e gestão de tráfego. Se você emite a nota do valor total da campanha usando puramente o código de "agenciamento de publicidade", você pode acabar pagando imposto sobre a verba que o seu cliente depositou e que seria destinada aos anúncios do Google ou do Facebook. O correto, em muitos casos, é usar códigos específicos para evitar a bitributação e pagar imposto apenas sobre a sua taxa de gestão.
Além de pagar imposto a mais sem necessidade, usar o código errado de forma recorrente pode te colocar na mira da fiscalização de forma totalmente boba. Quando o seu CNAE principal não bate com o código de serviço que você preenche na nota fiscal com frequência, a prefeitura pode bloquear a sua emissão automática ou pedir esclarecimentos. Com o novo Padrão Nacional cruzando dados em tempo real, essas inconsistências acendem um alerta vermelho no sistema da Receita em poucos segundos.
Você não precisa se tornar um especialista em contabilidade tributária para resolver isso e estancar a perda de dinheiro. O cenário ideal é sentar com a sua contabilidade uma vez por ano, ou sempre que lançar um serviço novo, para mapear as suas três ou quatro atividades reais e definir os códigos exatos para cada uma delas, anotando as alíquotas corretas para evitar surpresas.
Dentro do emissor da Nottou você consegue salvar os seus serviços favoritos com os códigos, alíquotas e descrições padronizadas já revisadas. Assim, na hora de faturar a venda do dia, você ou a sua equipe só precisam selecionar o serviço pelo nome amigável que vocês conhecem. A gente cuida de mandar toda a informação técnica e tributária certinha para o governo por baixo dos panos, garantindo que você nunca mais deixe dinheiro na mesa por causa de um erro de digitação.
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